Uma modelo sul-coreana gerou polêmica nas redes sociais ao ser classificada como “plus size” por marcas locais, apesar de apresentar um corpo considerado padrão em muitos outros países. A repercussão foi imediata: internautas de diversas partes do mundo expressaram surpresa e indignação com os critérios adotados pela indústria da moda sul-coreana.
A jovem, que aparece em campanhas publicitárias voltadas para o público plus size, tem medidas que não se enquadram no que muitos considerariam fora do padrão magro. Isso levantou um debate sobre os padrões estéticos extremamente rígidos na Coreia do Sul, onde a pressão por corpos esguios é intensa, especialmente no meio artístico e da moda.
Usuários das redes sociais questionaram como alguém com aparência tão próxima do “convencional” poderia ser rotulada dessa forma, apontando que isso pode reforçar estigmas e distorções sobre o corpo feminino. A discussão também trouxe à tona o impacto psicológico que esses padrões podem ter sobre jovens sul-coreanas, que já enfrentam altos índices de insatisfação corporal.
A polêmica reacendeu conversas sobre a necessidade de ampliar a representatividade na moda e rever os critérios que definem o que é “plus size”, especialmente em culturas onde o ideal de beleza é extremamente restritivo
